Conheça a linha do tempo do item que é ícone na maquiagem
Seja para uma festa, um evento importante, ou, dependendo do ambiente, até mesmo para trabalhar, o batom vermelho é um elemento da maquiagem que faz toda a diferença. O seu impacto no visual é algo incontestável, já que chama a atenção e também traz mais poder a quem o utiliza.
Entretanto, o ato de colorir a boca de vermelho é algo que faz parte da rotina de beleza há vários anos. Confira a seguir uma breve linha do tempo, onde contamos um pouco mais da história da cor queridinha de batom das mulheres!
A “origem” do batom vermelho
A sua história começa na antiguidade, onde mulheres extraiam pigmentos de frutas e até mesmo de insetos para colorir os lábios. Em países como o Japão, era utilizado o açafrão, na tentativa de se aproximar de um tom mais avermelhado.
Já no Egito, Cleópatra utilizava uma mistura de óleo de rícino com carmim de escaravelho para criar o pigmento vermelho para pintar a boca. Em contrapartida, no ano de 1700, o governo britânico aprovou uma lei que proibia o uso do batom, chegando ao nível de anular casamentos, se acaso a mulher utilizasse alguma cor nos lábios.
Posteriormente, por sorte, tudo mudou quando a rainha Elizabeth I, da Inglaterra, decidiu utilizar o batom vermelho e popularizá-lo, sendo preparado com uma mistura de corante vermelho e cera de abelha.
No século XX, o batom vermelho se tornou o verdadeiro ícone, do qual permanece até os dias atuais, graças às celebridades como Audrey Hepburn e Marylin Monroe.
Por fim, podemos dizer que esse item de beleza, que ao longo de sua história já esteve envolvido em várias “polêmicas”, merece o status de poder e feminilidade, já que representa muito bem a biografia de muitas mulheres. E você, possui um batom vermelho na sua necessaire?